segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mundo da musica

Cabelo de Elvis é vendido por US$18.300

Um leilão de objetos relacionados ao rei do rock Elvis Presley atraiu centenas de participantes, que, entre outras peças, adquiriram uma mecha de cabelos do artista por US$ 18.300. Acredita-se que os cabelos foram tirados de Elvis quando ele se juntou ao Exército dos Estados Unidos em 1958.

Mais de 150 objetos que pertenceram a Gary Pepper, ex-presidente de um fã-clube de Elvis, foram leiloados pela casa Leslie Hindman de Chicago.

Os objetos de maior preço foram uma camisa de seda vermelha utilizada por Elvis, vendida por US$ 34 mil, e uma camisa de cor creme arrematada por US$ 62 mil.

Dois cachecóis utilizados em apresentações foram vendidos por um total combinado de US$ 2.318. Um conjunto de lenços de Elvis foi comprado por US$ 732.

A coleção de Elvis de compactos de 45 rpm foi comprada por US$ 3.904.

Também foram vendidas fotografias das reuniões prévias ao casamento com Priscilla (US$ 6.000) e cartas privadas que o astro recebeu de familiares.

A casa de leilão Leslie Hindman Auctioneers colocou os resultados da venda em seu site, afirmando que o cabelo foi vendido por US$ 18.300, acima do valor entre US$8.000 e US$ 12 mil previsto. A casa de leilões não divulgou detalhes dos compradores.

A casa disse que o cabelo foi dado a Pepper para enviar aos fãs de Elvis pelo correio. Não foi realizado nenhum exame de DNA no cabelo, mas a Leslie Hindman citou um "especialista em autenticação de cabelo de celebridades", John Reznikoff, afirmando que o cabelo apresentado era compatível com o cabelo de Elvis que ele tinha em sua coleção.

Elvis morreu aos 42 anos em 1977.

Dicas de filme


Número 23


Sinopse

Walter Sparrow (Jim Carrey) entra numa espiral de loucura quando toma contato com um misterioso livro chamado The Number 23 ("O Número 23"). Enquanto lê o livro, começa a ficar convencido de que o texto é baseado em sua própria vida. Sua obsessão com o número 23 começa a consumi-lo de forma a fazer com que Walter acredite que o texto está influenciando em sua vida.

Informações Técnicas


Título no Brasil: Número 23
Título Original: The Number 23
País de Origem: EUA
Gênero: Suspense
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento: 2007
Estréia no Brasil: 23/03/2007
Site Oficial: http://www.number23movie.com
Estúdio/Distrib.: Playarte
Direção: Joel Schumacher










sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Meus desenhos

Um poquinho do que eu sei fazer

Poemas do Dia


Chega de Saudade

Vai, minha tristeza, e diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer

Chega de saudade, a realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai

Mas, se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca

Dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim

Que é pra acabar com esse negócio de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim

Vinícius de Moraes

Dicas de Filmes












A Casa do Lago





Sinopse

Sentindo que chegou a hora de mudar de vida a Dra. Kate Forster (Sandra Bullock) deixa o trabalho no surbúbio de Ilinois e parte para um emprego em um agitado hospital em Chicago, mas exita em deixa para trás a casa que tem alugado - um refúgio espaçoso e de belo design, com janelas que abrem para um tranquilo lago. É simplesmente o lugar em que se sente ela mesma.

É manhã de inverno de 2006.

A caminho da cidade, Kate deixa um bilhete na caixa de correio para o novo habitante da casa, pedindo-lhe que responda e explicando que as estranhas marcas de patas que ele verá na porta da frente já estava lá quando ela se mudou.

Quando o novo inquilino chega, vê algo totalmente diferente. Alex Wyler (Keanu Reeves), arquiteto talentoso, porém frustado que trabalha em uma construção perto de casa, encontra-a maltratada: empoeirada, suja, coberta de ervas daninhas. E sem qualquer sinal de patas.

A casa tem um significado especial para Alex. Numa época mais feliz, foi construída por seu distante pai (Christopher Plummer), arquiteto renomado que sempre priorizou o trabalho, deixando de lado a família. Alex sente-se em paz ali agora e decide restaurar a beleza original do imóvel. Ele desconsidera o bilhete de Kate até que, dias mais tarde, ao renovar a pintura, ele vê um cachorro pisar na tinta fresca, passando pela entrada da casa deixando marcas exatamente onde Kate tinha dito.

Intrigado, ele escreve para Kate, dizendo que ninguém habitara a casa antes dele e perguntando como ela poderia saber sobre o cão. Kate que partira uma semana antes, acha que ele está brincando com ela e devolve com outra carta. E acabam descobrindo que estão no mesmo dia porém com dois anos de diferença. À medida em que se correspondem revelam mais sobre si mesmos, segredos, dúvidas e sonhos, e assim se apaixonando.

Determinados a superar a distância que os separa e finalmente solucionar o mistério por trás dessa relação extraordinária, desafiam o destino marcado um encontro, mas ele acaba não aparecendo. Desiludida, Kate pede para que Alex não mande mais cartas e assim dois anos se passam. Kate com o namorado Morgan (Dylan Walsh), com quem já havia namorado antes e lhe apresentou a casa e seu cão que na realidade era de Alex antes, vão a uma empresa para que reformem uma casa, e acaba se encontrando com o irmão de Alex (Ebon Moss-Bachrach) e descobre que ele havia morrido dois anos atrás e ela pergunta aonde. E assim descobre que no dia 14 de fevereiro de 2006, quando ela estava em Dailey Plaza conversando com sua mãe, o homem que ela havia tentado ajudar em um acidente de carro era na realidade Alex.

Desesperada, ela vai até a casa do lago e escreve para que ele não apareça no Dailey Plaza para encontra-lá e que espere mais dois anos, pois ela estaria na casa do lago esperando por ele, sem respostas ela cai no choro, mas logo ouve um motor de carro se aproximando e era Alex.

Mundo da musica

‘Minha vida é o disco novo’, diz cantora do Evanescence, a caminho do Brasil
Cantora e compositora Amy Lee falou ao G1 sobre o novo trabalho.
Banda americana se apresenta no festival Maquinaria em novembro.


Depois de um período em hiato, o Evanescence parece estar aos poucos retornando à vida. A caminho do Brasil para um show no festival Maquinaria, no dia 8 de novembro, em São Paulo, a pianista, cantora e compositora Amy Lee falou ao G1 por telefone de sua casa, em Nova York, enquanto tomava um chá. Simpática, a fada gótica de 27 anos garante que o sucessor do álbum “The open door”, lançado em 2006, já está sendo preparado.

A artista diz ainda que se lembra bem de sua estreia no Brasil, em abril de 2007, quando o grupo formado em Little Rock, Arkansas, fez sua primeira turnê latino-americana. “Os fãs estavam muito empolgados. Foram ao nosso hotel, cantaram e passaram a noite toda lá. Foram realmente muito fofos e nos fizeram sentir benvindos e amados. Os shows foram fantásticos e eles ficaram totalmente fora de controle. Há algo muito especial nos fãs brasileiros. Eles são muito apaixonados”, observa.


Essa paixão é tão incontrolável que muitos deles até fazem tatuagens com o símbolo do Evanescence. “Eu nunca recomendaria, porque é para a vida toda. Mas, obviamente, fico lisonjeada. É realmente bem maluco”, diz Amy Lee, acrescentando ter altas expectativas quanto ao seu retorno ao país.

“Acho que vai ser muito divertido. Não quero que seja igual à última vez em que estivemos aí, porque não vamos tocar músicas novas, mas a ideia é tentar tocar faixas que não mostramos da outra vez e tornar a apresentação mais legal. A base do repertório serão os grandes sucessos, coisas que todo mundo conhece. Vou tentar escolher algo interessante para vestir”, ri, se desculpando pela falta de material inédito. “Teremos novidades na próxima vez, eu prometo.”

Fã de moda, Amy Lee costuma fazer algumas das próprias roupas e já planeja o figurino que usará no festival brasileiro. “Adoro pensar que estou vestindo uma obra de arte e sempre me preocupo com o que usar. Encontrei um estilista há dois meses para criar um figurino novo para a apresentação. O palco nos permite pirar mais nessas coisas.”
Ela se apresenta acompanhada do guitarrista Terry Balsamo, do baixista Tim McCord e do baterista Will Hunt, além de um guitarrista de apoio. Se a truculenta saída do guitarrista John LeCompt e do baterista Rocky Gray há dois anos parece ter ficado no passado, a artista não esconde algumas inseguranças com a nova configuração.



“Sempre que há mudanças na banda eu fico um pouco nervosa”, admite. “Qualquer coisa que mude, até um integrante da equipe, me deixa nervosa, porque eu não quero que nada dê errado. Mas teremos uma semana inteira para ensaiar juntos [antes do show no Brasil] e vai dar tudo certo.”

O tão aguardado disco de inéditas deve sair no segundo semestre de 2010. “Minha vida tem sido o álbum novo”, diz. “Não escrevi nada no ano passado, não sei o que houve, simplesmente não saía. Mas aí este ano algo aconteceu, comecei a ficar maluca. Estou compondo muita música ultimamente, estou indo para uma direção totalmente nova e incrível. Eu realmente gostaria de poder mostrar essas coisas no show, mas vou esperar o disco sair. Estou trabalhando em coisas relacionadas ao novo álbum quase todos os dias."
O plano, segundo a artista, é entrar em estúdio entre janeiro e fevereiro do ano que vem e lançar o novo trabalho até o final do verão no hemisfério norte. “Mas ainda não sei dizer o dia certo”, despista ela, segura de que não sairá em carreira solo tão cedo.

“Estive pensando muito em como o novo álbum deveria chamar, esse tipo de coisa, e quando comecei a escrever, percebi que sou a mesma pessoa de sempre e não vejo por que mudar o nome. O Evanescece é um projeto meu, é uma grande parte de mim, e o coração dele ainda está lá. Passei muito tempo pensando nisso e cheguei à conclusão de que posso fazer o que quiser com esta banda.”

Agora casada com o terapeuta Josh Hartzler, Amy Lee diz que mudou seu ponto de vista em relação à importância que dá às coisas. “Casar é um passo muito importante. Depois disso, você coloca tudo em perspectiva. É como se o Evanescence fosse o meu marido antes. Agora, se tudo der errado, e todo mundo odiar a música, o que eu espero que não aconteça, sei que tem alguém que me ama me esperando.”

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Poemas do dia


Encontro Marcado

Quero atrasar... demorar...
A este encontro faltar.

Gostaria de adiar
O momento implacável
De um encontro já marcado
Em pouco - ou nada - amável.
Talvez o ponto final,
A derradeira parada,
Epitáfio da esperança,
De minh’alma já cansada.

Talvez um céu sem estrelas,
Quiçá um jardim sem flores,
Onde o canto se faz mudo,
Mausoléu dos meus amores.

Como viver sem sentir
O esplendor da natureza
A tortura dos amantes,
Alegrias e tristeza?

E como passar meus dias
Distante dos beijos teus,
Sem nenhuma companhia
Amargando um adeus?

Assim, tento protelar
A penosa obrigação
De ir a este encontro...
Encontro com a... solidão.

Oriza Martins

Dicas de filme






O Curioso Caso de Benjamin Button



Elenco: Brad Pitt, Cate Blanchett, Kimberly Scott, Jason Flemyng, Taraji Henson, Elle Fanning, Mahershalalhashbaz Ali, Emma Degerstedt.

Direção: David Fincher
Gênero: Drama
Duração: 167 min.
Distribuidora: Warner Bros.
Estreia: 16 de Janeiro de 2009



Sinopse: "Eu nasci em circunstâncias incomuns."

Assim começa O Curioso Caso de Benjamin Button, adaptação do romance de 1920 de F. Scott Fitzgerald sobre um homem que nasce com oitenta e poucos anos e rejuvenesce a cada dia que passa. Um homem, como qualquer um de nós, que não pode parar o tempo. A partir da Nova Orleans do final da I Guerra Mundial, em 1918, adentrando o século XXI, o filme percorre uma jornada tão incomum quanto pode ser a da vida de qualquer pessoa, através da grandiosa história de um homem nem tão comum assim, das pessoas e lugares que ele descobre ao longo do caminho, dos amores que encontra, dos que perde, das alegrias da vida e das tristezas da morte e do que permanece além do tempo.

Curiosidades:
» Dirigido por David Fincher (de Seven – Os Sete Crimes Capitais, Clube da Luta e Zodíaco), o filme é baseado em conto de F.Scott Fitzgerald e estrelado por Brad Pitt e Cathe Blanchett. Recebeu 5 indicações ao Globo de Outro, incluindo a categoria Melhor Filme e Melhor Diretor (David Fincher).

Mundo da musica

Kiss ganha doces M&M's personalizados com o rosto dos integrantes

O Kiss já tem inúmeros produtos licenciados, e agora trazem uma novidade. Os quatro mascarados do Rock terão seus rostos estampados em confeitos M&Ms.

Os tradicionalmente coloridos doces de chocolate virão nas cores branco, vermelho e preto e trarão estampados os rostos dos membros da banda.

"O Kiss sempre foi e continuará sendo todo direcionado aos fãs. Nós não poderíamos resistir à chance de ser a primeira banda a ter os rostos no doce e continuar espalhando o império do KISS", disse o vocalista Paul Stanley.

Os M&M's personalizados do Kiss estão à venda nas lojas Walmart dos Estados Unidos desde o dia 6 de outubro, data de lançamento do mais novo disco do grupo, "Sonic Boom".

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Poemas do dia

As sem-razões do amor

Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade

Dicas de filmes

FORREST GUMP - O CONTADOR DE HISTÓRIAS

Sinopse

Forrest Gump é um homem muito especial que nasceu e cresceu em Greenbow, Alabama, onde sua mãe tem uma Pensão. Com um QI abaixo da média, fato que não o incomoda, nem à sua mãe, nem a Jenny Curran, sua melhor amiga, é entretanto considerado estúpido por muitos. Na verdade, ele é apenas uma pessoa ingênua, iluminada, débil e disciplinada que vê o mundo por uma perspectiva diferente, olhando a vida sempre de forma positiva.

Acidentalmente, Gump participa da história americana nos trinta anos que correspondem às décadas de 50 a 70. Assim, nos anos 50, ele inspira Elvis Presley a rebolar. Em 1963, presencia George Wallace tentando impedir a entrada de estudantes negros na Universidade do Alabama. Nos anos 70, em Washington, é a primeira pessoa a notificar as autoridades sobre as suspeitas atividades no Hotel Watergate. Gump visita a Casa Branca três vezes, participa do show de Dick Cavett com a presença de John Lennon, é considerado herói da Guerra do Vietnã, etc.

Enfim, ao longo de quase trinta anos, Gump torna-se uma estrela do futebol, um herói de guerra, um homem de negócios bem-sucedido e um ícone popular. Entretanto, há um elemento central que marca sua vida: seu amor por Jenny. Ela está sempre presente em seus pensamentos, não importa o que ele esteja fazendo ou o que ele seja.

Críticas

"Forrest Gump - O Contador de Histórias" é um filme maravilhoso, mágico. Apresentando várias mensagens, o filme foi feito para emocionar e para que as pessoas reflitam sobre a vida. A ótima história é contada com um misto de drama e bom humor, surpreendendo o espectador à cada cena.

O diretor Robert Zemeckis, aproveitando os recursos que os efeitos especiais oferecem, consegue colocar Gump em situações históricas verdadeiras, fazendo com que o nosso herói esteja presente em vários eventos que marcaram a vida americana.

"Forrest Gump - O Contador de Histórias" arrebatou nada menos que 6 Oscars, entre eles os de melhor filme, melhor roteiro, melhor direção e melhor ator. Realmente, a atuação de Tom Hanks é fantástica. Menções especiais devem ser dadas a Gary Sinise, como o tenente Dan Taylor, Sally Field, como a mãe de Gump e Robin Wright Penn, como Jenny.



Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: Eric Roth
Produção: Wendy Finerman, Steve Starkey, Steve Tisch
Música Original: Alan Silvestri
Fotografia: Don Burgess
Edição: Arthur Schmidt
Design de Produção: Rick Carter
Direção de Arte: Leslie McDonald, William James Teegarden
Figurino: Joanna Johnston
Efeitos Especiais: Allen Hall
Efeitos Visuais: Ken Ralston, Stephen Rosenbaum, George Murphy
País: USA
Gênero: Drama, Comédia
Nota: 9,2

Prêmios:
Academia de Hollywood - Oscar de Melhor Filme
Academia de Hollywood - Oscar de Melhor Roteiro Adaptado
Academia de Hollywood - Oscar de Melhor Direção
Academia de Hollywood - Oscar de Melhor Ator (Tom Hanks)
Academia de Hollywood - Oscar de Melhores Efeitos Especiais/Visuais
Academia de Hollywood - Oscar de Melhor Edição
Academia Britânica - Prêmio de Melhores Efeitos Especiais
Globo de Ouro - Prêmio de Melhor Filme-Drama
Globo de Ouro - Prêmio de Melhor Direção
Globo de Ouro - Prêmio de Melhor Ator-Drama (Tom Hanks)
Prêmios Amanda, Noruega - Amanda de Melhor Filme Estrangeiro
Prêmios para Jovens Artistas - Prêmio de Melhor Ator com menos de 10 anos (Haley Joel Osment)
Prêmios para Jovens Artistas - Prêmio de Melhor Atriz com menos de 10 anos (Hanna R. Hall)

Mundo da musica



Legião Urbana




Legião Urbana foi uma banda brasileira de rock surgida em Brasília ativa entre 1982 à 1996. Ao todo, lançaram treze álbuns, somando mais de vinte milhões de discos vendidos. Ainda hoje, é o terceiro maior grupo musical, da gravadora EMI-Odeon, em venda de discos por catálogo, no mundo, com média de duzentas mil cópias por mês. O fim do grupo foi marcado pelo falecimento de seu líder e vocalista, Renato Russo, em 11 de outubro de 1996.




Lema

Presente em quase todos os encartes de álbum da banda, a frase em latim Urbana Legio omnia vincit (Legião Urbana a tudo vence), adaptação feita por Renato Russo do mote Romana legio omnia vincit (Legião romana a tudo vence), criado pelo ditador Júlio César, tornou-se o lema da banda. Entre os poucos álbuns em que o epíteto não aparece, está A Tempestade, último trabalho da banda lançado com Russo ainda em vida e no qual o vocalista já se encontrava em avançado estágio da AIDS